O que fazer durante uma conexão longa?

É uma pena que todos os voos não sejam diretos e, algumas vezes, precisamos enfrentar uma conexão longa que pode demorar várias horas. Esse momento pode ser um período bem chato, mas é possível usá-lo para algo útil, ou mesmo, se divertir. Você pode escolher entre permanecer no aeroporto aproveitando os espaços e serviços disponíveis ou sair para conhecer a cidade e fazer algumas compras, ou um passeio.

Veja algumas dicas do que fazer quando for enfrentar uma conexão longa. Confira!

Assista filmes ou séries

Uma das atividades que mais gastam nosso tempo, quando precisamos fazer alguma coisa, será perfeito para esse momento de longa espera. Ainda, para quem não quer ou não pode se locomover, uma minimaratona de filmes e séries fará as horas voarem. Com os serviços de streaming disponíveis hoje, como Youtube e Netflix é muito simples encontrar algo interessante. Além disso, a maioria dos aeroportos atualmente dispõe de tomadas e internet wifi grátis.

Leia uma revista ou livro

A mais simples de todas as opções, independe de eletricidade, internet ou outras tecnologias. Outra vantagem é que, praticamente, todo aeroporto possui boas livrarias, então não vão faltar opções de escolha. Dê preferência às leituras mais leves e descontraídas, já que a situação não é lá muito confortável. Também, em uma preterição de embarque, por exemplo, na qual deve-se esperar por informações, é preciso ficar atento aos comunicados.

Procure um local para dormir

É uma ótima pedida, ainda mais para quem vem de um voo mais longo ou se prepara para uma nova grande viagem. Alguns aeroportos possuem hotéis com quartos de curta duração ou é possível encontrar opções nas proximidades. Ainda, existem serviços de tratamento premium ou VIP, que disponibilizam um lounge para que seus usuários descansem, uma boa opção para quem viaja com frequência. A última e mais simples escolha é, se preciso, sentar em uma cadeira ou deitar no chão.

Usufrua da estrutura do aeroporto

Bom para quem não pode deixar o terminal, pois, muitos aeroportos já se tornaram especies de shopping centers. Além de serem muito bonitos, contam com praça de alimentação, cinema, centros de entretenimento, salões de beleza, lojas, entre outras atrações. Inclusive, é possível aproveitar o Duty Free, que conta com preços mais baratos, e comprar produtos para você ou dar de presente.

Saia para conhecer a cidade

A opção mais desejada e que precisa de um pouco mais de programação. Contudo, se sua conexão longa será realmente extensa, você terá tempo suficiente para visitar alguns pontos interessantes. Então, calcule a distância do aeroporto para a cidade e qual será o tempo de deslocamento. Também, leve em consideração o horário dos transportes e o processo de segurança para o próximo voo. Se sobrarem em torno de 6 horas livres, você poderá fazer um passeio tranquilo.

Vimos algumas das opções para enfrentar uma conexão longa mais facilmente e ainda conseguir se divertir e tirar algo produtivo da situação. Afinal, certas esperas são tão estressantes que nos fazem questionar algumas viagens. Então, saber o que fazer nessas horas pode, literalmente, salvar as suas viagens.

Agora que você conhece essas dicas, compartilhe este post nas suas redes sociais e mostre aos seus contatos!

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Tecnologia na medicina: conheça as mais recentes descobertas

Medicina e tecnologia sempre andaram juntas, afinal os estudos científicos são a base para trazer soluções efetivas na área da saúde. Os benefícios são inúmeros, tanto para os pacientes, quanto para os profissionais, que passam a ter em mãos ferramentas cada dia mais inovadoras gerando maior qualidade de vida e mais eficiência nos diagnósticos.

De atendimento remoto a interface cérebro-máquina, conheça algumas das mais recentes descobertas científicas e descubra como a tecnologia na medicina vem sendo revolucionária, inclusive, em algumas clínicas em BH!

Atendimento à distância

Hoje, já é possível realizar atendimentos remotos aos pacientes que não conseguem se locomover até um consultório ou hospital. Isso graças à era digital que traz a possibilidade de médicos e pacientes se verem e conversarem via videoconferência. Com a ajuda de softwares, e um cadastro detalhado na primeira consulta, o profissional da saúde consegue monitorar qualquer anormalidade e acionar o paciente sempre que necessário.

Sensores subcutâneos

Mensurar o nível de oxigenação, realizar a contagem de plaquetas, fazer um hemograma, medir o percentual de lipídios, entre outros diagnósticos, são possíveis por meio de uma tecnologia que chega para facilitar a vida de médicos e pacientes. Esses sensores são implantados na camada subcutânea, podendo medir os parâmetros sanguíneos do paciente.

O mais interessante é que esses dispositivos são muito sensíveis e conseguem apontar, por exemplo, resultados de glicemia em segundos, só deixando o celular próximo ao sensor. Essa é uma tecnologia na medicina que já está disponível, mas ainda não é acessível devido ao alto custo.

Impressoras 3D

Sim, esse equipamento pode trazer grandes benefícios para a medicina, já que oferece a possibilidade de imprimir órgãos e membros humanos de uma forma muito realística. Quais são os ganhos? A partir dessa tecnologia, médicos, estudantes e cientistas têm em mãos um material real para ser a base de treinamentos cirúrgicos mais complexos.

Sistema integrado

Em um mundo tecnológico, as incontáveis fichas cadastrais perdem vez. Todos os prontuários podem estar acessíveis em um sistema integrado que permite ao médico, hospital ou laboratório ter informações clínicas mais precisas com base no histórico do paciente. É possível armazenar todas as consultas, condutas terapêuticas, medicamentais, e exames laboratoriais e radiológicos, tudo em um único acesso.

Interface cérebro-máquina

Já imaginou uma tecnologia que é capaz de ativar uma parte do corpo humano? – que foi desativada por algum motivo, como paralisia muscular ou paraplegia – apenas por meio do pensamento? Essa tecnologia ainda está em estudos, mas mostra resultados animadores: a capacidade de modificar funções neuronais por meio da neuroplasticidade, ou seja, a disposição do sistema nervoso de se transformar, se adaptar e se moldar mediante a novas experiências.

Na Copa do Mundo de 2014, realizada no Brasil, um exemplo dessa tecnologia foi exposto para todos: um homem paraplégico deu um chute em uma bola de futebol usando um exoesqueleto, equipamento desenvolvido pela equipe do neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis.

Esses são apenas alguns exemplos da tecnologia na medicina que tem revolucionado a vida de médicos e pacientes. Nos próximos anos, muitas outras ainda surgirão para facilitar o ambiente da saúde. Vamos torcer para que todas as pesquisas sejam bem-sucedidas e transformem a maneira como cuidamos do nosso corpo.

O que você pensa a respeito dessas tecnologias? Participe da conversa, deixando seu comentário e compartilhe essas novidades nas suas redes sociais!

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Quais os principais conceitos do marketing social? Saiba tudo!

Investir em campanhas de marketing digital é algo muito usual na maioria das empresas, mas nem todas ainda compreendem exatamente o que é e qual a importância do marketing social.

Vivemos em uma sociedade em constante transformação e evolução. Principalmente no que diz respeito à responsabilidade das empresas com o social, o cultural e o ambiental.

Para se destacar, é preciso mais do que apenas vender produtos e serviços – mas sim mostrar que a sua marca é relevante para a sociedade e contribui para um mundo melhor, por meio de ações de responsabilidade social.

E é justamente nesse ponto que o marketing social, ou marketing de causa, pode ajudar. Ficou interessado? Leia mais!

O que é o marketing social?

Como dissemos, ele também pode ser chamado de marketing de causa e se baseia no uso de técnicas e conceitos tradicionais do marketing para “vender” ideias, atitudes, comportamentos ou uma causa social.

Assim, uma empresa não deseja apenas comercializar seus produtos ou serviços, mas sim mobilizar seus clientes e também a sociedade de forma a abraçar uma causa ou ainda a ajudar uma organização ou projeto social.

Esse tipo de marketing é muito usado por órgãos públicos e por organizações não governamentais, porém, há alguns anos, esse tipo de marketing tem sido usado também por empresas que desejam atrelar a sua marca a determinadas ações ou projetos.

Conceitos e exemplos

Já deu para entender que o principal viés do marketing de causa não é promover diretamente uma empresa ou um produto, mas sim uma causa social, ambiental ou cultural, não é mesmo?

Como dissemos, esse tipo de marketing tem sido usado bastante por empresas. Um exemplo é o Mc Dia Feliz, do Mc Donalds, uma data em que a venda de determinado produto da empresa é revertida para ajudar crianças com câncer.

Outro exemplo bem conhecido é o Criança Esperança, da Rede Globo, ou ainda o Teleton, do SBT. Esses eventos são produzidos por empresas privadas para arrecadar fundos com seus telespectadores e ajudar organizações sociais ou causas sociais nas quais as empresas acreditam e apoiam.

A principal vantagem, além de poder fazer a diferença para a sociedade, é conseguir atrelar a imagem da sua empresa a uma causa social, mostrando que o seu negócio é diferente. Ou seja, mais do que apenas visar o lucro, a sua empresa se importa com a sociedade e deseja ajudá-la.

Normalmente essas campanhas conseguem um alto engajamento com o público que pode modificar a percepção que tinha da sua marca e passar a fazer negócio com você ou até a se tornar um público fiel.

Como implementar o marketing social na minha empresa?

Para que uma estratégia desse tipo de marketing realmente traga vantagens a sua marca é muito importante que ela não seja apenas um “rótulo”, já que ações como essas podem ser desmascaradas pelos seus consumidores e acabar “manchando” a imagem da sua empresa.

Assim, é fundamental que a responsabilidade social faça parte do DNA do seu negócio e que a causa escolhida tenha relação com a identidade da sua marca. Por exemplo, não adianta você resolver apoiar e investir em ações de sustentabilidade, se a sua empresa desmata ou polui para produzir os itens que vende.

Entendido isso, vamos a algumas dicas:

Escolha uma causa

Você viu que é essencial que a causa tenha relação íntima com a identidade da sua marca. Assim, pense de que forma a sua empresa pode contribuir para um mundo melhor e defina qual causa você deseja apoiar.

Se você é uma empresa que vende ração, por exemplo, pode criar um projeto ou apoiar organizações que retiram cães e gatos da rua e promovem a sua adoção.

É sempre importante que a causa tenha alguma relação com o que a sua empresa é, comercializa ou se porta diante do seu público-alvo.

Defina se haverá uma organização parceira

Existem duas possibilidades quando falamos de marketing de causa: ou a empresa fará o trabalho social ou apoiará uma organização que já realize esse serviço.

Em geral, o último modelo é o mais adotado, primeiro porque a organização já possui bagagem, experiência e projetos em andamento, e segundo porque é menos trabalhoso para a empresa, que não precisa definir um grupo de colaboradores apenas para trabalhar nessa questão.

Se esse for o seu caso, é essencial pesquisar muito bem a organização e ter certeza de que ela é realmente idônea e faz um trabalho sério, evitando aliar a imagem da sua marca com uma organização envolvida com escândalos ou desvio de doações, por exemplo.

Outra possibilidade é patrocinar eventos, campanhas ou projetos sociais organizadas pelo terceiro setor.

Pesquise seu público e organize a campanha

O marketing social usa os mesmos conceitos e técnicas do marketing tradicional. Assim é indispensável analisar quem é o seu público-alvo, segmentar a sua campanha e definir as estratégias para mobilizar essas pessoas.

É possível pensar se a ação acontecerá apenas em um dia específico ou durante todo o ano, formas de comunicação, ações online e off-line, campanhas de arrecadação de verbas ou doações diversas, influenciadores, etc.

Metrifique e seja transparente

Saiba o quanto foi arrecadado, tenha controle desses dados e divulgue-os corretamente. É essencial que as pessoas que doaram consigam saber como a sua doação está sendo usada, passando credibilidade para a sua campanha e também para todos os envolvidos.

Como você viu, o marketing social é extremamente importante atualmente – e é a possibilidade da sua empresa se diferenciar, ajudando quem realmente precisa. Gostou deste conteúdo? Ainda tem dúvidas ou opiniões sobre o tema? É só deixar um comentário pra gente!

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Quais as origens do design moderno?

O design moderno possui várias influências e é bem diversificado em seus formatos. Hoje, muitas peças são construídas com inspirações em movimentos de arte do século XIX e XX, que dão vida a novas linhas e conceitos, misturando essas ideias para criar artigos bastante revolucionários.

Esse impacto foi resultado dos pensamentos e obras de grandes nomes, como Pablo Picasso, Frank Lloyd Wright, Andy Warhol e muitos outros. Além disso, o design também foi muito influenciado pelas descobertas científicas e psicológicas que permitiram a expansão da consciência de artistas, arquitetos e designers.

Veremos agora algumas dessas referências que moldaram o atual conceito de design. Confira!

Art Nouveau

Também conhecido como a “Arte Nova”, surgiu no fim do século XIX na Bélgica e durou até cerca de 1920. Ele foi idealizado para seguir as inovações trazidas pela revolução industrial e quebrar as barreiras que ainda eram impostas pela arte clássica, baseadas no renascentismo.

Ela mudou uma série de formatos, sejam nos móveis, tecidos, joias, anúncios etc. Entre suas características estavam os motivos botânicos, curvas assimétricas, linhas exuberantes, traços elegantes, entre outras. Essa arte foi praticada com dedicação por Henry van de Velde, Antonio Gaudí, Victor Horta, Alfons Mucha, Hector Guimard, Charles Mackintosh e muitos outros.

Cubismo

Pintado em 1907, por Pablo Picasso, a obra “Les Demoiselles dAvignon” é considerada como o início dessa expressão. Ela utiliza formas geométricas para transpor o mundo tridimensional em um plano bidimensional. Além da pintura, foram feitas colagens e gravação de letras para compor as telas.

Essa forma de arte inspirou não só a pintura e o design, mas também a tipografia e incentivou o uso da abstração geométrica nas obras. Os destaques ficam para os trabalhos de Pablo Picasso e Georges Braque, precursores desse movimento, que inspirou o Futurismo, Construtivismo e o De stijl.

Futurismo

Surgiu com a publicação do Manifesto do futurismo pelo poeta Filippo Marinetti, em 1909. Ele desejava revolucionar as artes a fim de glorificar aspectos da nova sociedade científica e industrial, como carros, aviões e máquinas em geral, para gerar essa visão do futuro.

Os futuristas usavam tipos e cores para expressar ideias, assim, as letras e palavras se transformavam em formas visuais, com significados diferentes a depender dos formatos ou pesos. Além de Marinetti, outra figura importante foi o designer Fortunato Depero, com sua obra “Depero Futurista”.

De Stijl

Surgido na Holanda, em 1917, foi uma das grandes influências do design do século XX. Entre seus participantes estão, além do fundador do movimento Theo van Doesburg, também Piet Mondrian, Bart van der Leck, e o arquiteto J.J.P Oud. Entre suas características, estão a rígida precisão na divisão do espaço, a assimetria, o uso das formas básicas, cores primárias e a simplicidade.

Além disso, eliminaram-se as curvas e os tipos usados eram feitos com blocos retangulares e sem serifa. A ideia maior era encontrar o equilíbrio de uma lei universal e da matemática do universo. Com eles, foi criado o termo neoplasticismo, que se tornou sinônimo desse estilo.

Bauhaus

Considera por muitos como a escola de arte mais influente do século XX. Foi fundada por Walter Gropius, em 1919, na Alemanha. Ela visava resgatar o contato entre a produção industrial e a arte, como uma maneira de unir artesãos, designers, arquitetos, engenheiros e artistas para pensar e criar modelos que pudessem ser fabricados em grande escala.

A ideia principal era a fusão entre a forma e a função dos projetos, que eram voltados para a racionalidade e a simplificação, com o intuito de atender as necessidades do povo. Um dos maiores influenciadores desse movimento para o design foi o húngaro Lásló Moholy-Nagy, que defendia que a tipografia deveria servir como uma ferramenta para trazer mais clareza e legibilidade à comunicação.

O design moderno ainda possui muitas outras influências importantes, essas são só uma amostra da quantidade de fontes que ele recebeu. Por isso, sinta-se livre para pesquisar mais sobre o assunto e se identificar com certos aspectos que ainda são vistos hoje em dia.

Se você conhece outros movimentos que influenciaram o design, deixe um comentário e vamos debater sobre o assunto!

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História do design de carros: passado e futuro

Quem nunca imaginou um futuro com carros voadores e totalmente inteligentes? Embora isso ainda não seja uma realidade é inegável o quanto a história do design de automóveis evoluiu.

A tecnologia, embora ainda não faça os carros voarem pelas ruas, está presente em praticamente todos os nossos carros atuais, nos computadores de bordo, na injeção eletrônica e em muitos outros pontos.

Quer saber mais sobre essa evolução da história do design? Então continue a leitura!

Os carros quadrados e o salto na história do design

Os automóveis “quadradões” dominaram a década de 70 e 80. Nos Estados Unidos, principalmente existiu uma verdadeira “era” das linhas retas no design automotivo. Isso é facilmente explicado, afinal os modelos mais curvilíneos não eram novidade por lá, já que essa foi uma tendência na década de 30 e permaneceu até a década de 60.

Uma marca na história do design automotivo brasileiro foi o lançamento do Fiat Uno em 1983, representando um salto enorme em relação ao seu antecessor, o Fiat 147. As formas quadradinhas fizeram mais do que deixar o carro mais “bonitinho”, elas trabalharam melhorando um pouco a aerodinâmica e garantindo um aproveitamento maior do espaço interno.

design de carros

A influência europeia na história do design de carros

Se os carros quadrados eram a tendência no mercado americano, no velho continente isso era bem diferente. As linhas arredondadas começaram a fazer mais sucesso por lá, dando aos automóveis uma aerodinâmica melhor. No final do século XX, essa tendência passou a ser “exportada” para todo o mundo.

As primeiras montadoras a apostarem no design curvilíneo foram as que fabricavam carros de luxo na Europa, como a Mercedes Benz, a Porsche, a BMW e a Audi. Foi a partir disso que os carros mais curvilíneos passaram a ser vistos como sinônimo de sofisticação e luxo. Até que as fabricantes mais populares passaram a adotar essa tendência.

Nos Estados Unidos, os primeiros modelos mais curvos começaram a ser lançados apenas no fim da década de 80, quando as montadoras passaram a “cortejar” os consumidores de luxo com esses modelos de apelo mais estético.

Em 1986 é lançado o novo Taurus, com um estilo super futurista para a época e garantindo a sua participação no filme Robocop. Outro carro clássico que ilustra bem a tendência da época foi o Buick LeSabre que passou do modelo quadradão de 86 para um mais cheio de curvas em 92.

A história do design automotivo e a economia de combustível

É claro que a estética era importante, mas não foi o único motivo para os carros deixarem o seu aspecto mais quadrado. A economia de combustível passou a ser uma busca constante das montadoras e por isso os automóveis passaram a ter formas mais suaves.

Afinal, superfícies mais curvas e pára-brisas mais inclinados ajudam a reduzir a resistência do ar, fazendo com que o carro consuma menos combustível para percorrer a mesma quilometragem quando comparado com um automóvel com linhas mais retas e duras.

Aliás, foi a busca pela economia de combustível que fez com que os difusores traseiros surgissem em 1964, algo praticamente obrigatório nos carros esportivos atuais e até em alguns modelos que vemos rodando pelas nossas ruas, otimizando a aerodinâmica, reduzindo o consumo de combustível e melhorando o desempenho.

A importância da tecnologia no avanço do design de carros

Por último, não poderíamos deixar de citar um ponto de extrema importância e capaz de fazer a história do design de carros dar um salto enorme: a tecnologia.

Embora muitas pessoas pensem que os carros antigos não fossem tecnológicos, essa ideia não é bem verdade. Em 1978, por exemplo, já havia automóveis com computador de bordo. Estamos falando do Cadillac, que já contava com o seu Cadillac Trip Computer.

No seu display, o motorista conseguia ter acesso a várias informações como velocidade do motor, tempo de viagem, relógio, velocidade média e volume do combustível. Algo semelhante com o que temos hoje na grande maioria dos modelos.

A tecnologia também influenciou no modo como os designers de carro passaram a trabalhar. Antes do computador, todos os projetos eram feitos em argila, madeira e outros materiais. A partir da década de 80, eles passaram a ser produzidos no computador e na década de 90, graças ao avanço do 3D, foi possível criar carros com mais fluidez.

O avanço tecnológico também foi responsável por baratear a produção dos automóveis e de novas chapas curvas de metal, ajudando a popularizar os carros curvilíneos.

Embora hoje seja possível encontrar alguns automóveis com linhas mais retas, eles sempre mantêm as quinas arredondadas, melhorando a aerodinâmica e ajudando a reduzir o consumo de combustível.

Nós não chegamos ainda nos carros voadores dos Jetsons, mas já estamos próximos dos automóveis autoguiados e também dos modelos mais sustentáveis, que não usam combustível fóssil.

E, então, gostou de saber mais sobre a história do design de automóveis? Aproveite e compartilhe este conteúdo com os seus amigos amantes de carros!

 

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