Nunca consegui entender as pessoas que não são apaixonadas pelo que fazem.
Acho muito estranho alguém se relacionar com seu trabalho como apenas uma fonte de renda, por exemplo.
É mais estranho ainda quando quem é apaixonado pelo que faz mede esforços. Esse cálculo muitas vezes é mascarado por teorias de marketing como curva de erro, fora do target ou sei lá qual o jargão da moda. É claro que tudo é evolução e que não devemos ficar sentados esperando tal qual um buda que a nossa idéia esteja tão maravilhosa quanto merecemos, mas fazer qualquer coisa apenas por fazer me causa repúdio.
Meu nome é a única coisa que eu tenho. Não faço nada nas coxas. Não faço nada “por fazer”. Não faço nada pensando apenas em um mundinho de 3 ou 4. E, principalmente, não faço nada levando em consideração a opinião dos meus amigos exclusivamente.
Não aceito tocar projetos mais-ou-menos. Naturalmente, nem sempre consigo começar como uma entrada digna de escola de samba vencedora e não deixo que isso me impeça de fazer algo, mas o capricho e o cuidado com o aprendizado são constantes.
Decidi, por exemplo, fazer um cursinho de locução, já que os casts se tornaram importantes pra mim. Eu não falo bem, como letras, enrolo palavras e tenho muitos vícios de linguagem. Para isso existem cursos e nem são caros ou difíceis. Basta querer fazer. Basta querer melhorar.
Então é isso. Quer fazer algo? Dê o máximo de si. O resto é desculpa esfarrapada de marketeiro sem assunto.
obs: o #prontofalei é uma hashtag popular no twitter.