Saiu hoje no Estadão uma matéria sobre o último livro da minha mãe, Nada a Dizer, de onde destaco:
“A escritora exemplifica com a obra do pintor americano Edward Hooper (1882-1967) e seu universo de pessoas solitárias diante de portas e janelas, com o olhar desesperançado em um horizonte vazio. ‘Hooper parte de um recorte neutro ou até positivo da realidade e o transforma em algo perverso. Sua atitude é desestabilizadora.’ (…) A trajetória de Paulo e a mulher representa ainda um balanço dos ideais de uma geração que foi jovem durante os anos 1960, época libertária que contrasta com as instáveis relações atuais. ‘A geração de hoje, ligada à internet, apresenta uma brutal mudança de paradigmas, pois comprova ter memória’, comenta Elvira. ‘O fato de utilizarem a rede mundial constrói uma visão com resíduos históricos que vão se chocar (e destruir) essa fragmentação.’”
Veja também o vídeo sobre o livro:
Nas livrarias!










