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Saiu hoje no Estadão uma matéria sobre o último livro da minha mãe, Nada a Dizer, de onde destaco:

“A escritora exemplifica com a obra do pintor americano Edward Hooper (1882-1967) e seu universo de pessoas solitárias diante de portas e janelas, com o olhar desesperançado em um horizonte vazio. ‘Hooper parte de um recorte neutro ou até positivo da realidade e o transforma em algo perverso. Sua atitude é desestabilizadora.’ (…) A trajetória de Paulo e a mulher representa ainda um balanço dos ideais de uma geração que foi jovem durante os anos 1960, época libertária que contrasta com as instáveis relações atuais. ‘A geração de hoje, ligada à internet, apresenta uma brutal mudança de paradigmas, pois comprova ter memória’, comenta Elvira. ‘O fato de utilizarem a rede mundial constrói uma visão com resíduos históricos que vão se chocar (e destruir) essa fragmentação.’”

Veja também o vídeo sobre o livro:

Nas livrarias!

Eu sei que vocês não vão acreditar em mim, mas em Caraguatatuba não existe sinal (semáforo, para os paulistas). Os carros simplesmente param imediatamente assim que o pedestre coloca o pé na rua. Juro. Eu testei e sobrevivi para contar aqui no blog.

Mais um gaúcho na família!

aqui

Minha família é engraçada. A esmagadora maioria dos homens é daltônica. Aqui, os que enxergam cores corretamente é que são os estranhos. Procure um oculista periodicamente, mas na verdade não há nada que se fazer a respeito de daltonismo. Encontrei online o teste de Ishihara, daquelas cartelas com os números coloridos. Vale lembrar que são as mulheres que passam adiante o daltonismo, no gene X. O número aqui do lado dentro da bolinha é o 12, pro caso de você ser mais um.

Império Romano, War

Levei uma surra. Não sobrou centurião para contar história.

Fomos ontem no MUBE assistir ao Concerto a dois Pianos, com os pianistas Pedro Sperandio & Erika Ribeiro.

Erika é a professora de piano do meu filho.

Concerto a dois Pianos

Não me acostumei com os paulistas e ainda me surpreendo quando encontro – num domingo de sol, em um lugar chato de chegar e com a entrada custando 30 pratas –  um auditório lotado para ouvir Haydn, Schubert, Chopin e Schumann.

O concerto foi lindo e o Schumann, divino. Os pianistas merecem muitos auditórios lotados e todos os aplausos que demos, emocionados, de pé.

Agora, vamos combinar que Sampa é tudo de bom. Fala sério.

Nós

Vale a observação de que a proporção das alturas está quase correta. Um pouco de otimismo por parte do ilustrador, mas ainda assim bem próxima da realidade.