FalaFreela#66 – ebook para bons autores

Na meia hora mais valiosa do seu dia, vamos iniciar uma discussão que pretende, aos poucos, esclarecer às dúvidas mais comuns sobre a questão. Mauro Amaral e Carolina Vigna-Maru debateram sobre o que é moda, o que é verdade e o que é literatura, na nascente indústria dos eBooks. Melhor entendidos como um produto a mais em editoras de todos os portes, o formato não substituí a qualidade da boa literatura.

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De Machado de Assis à Neil Gaiman, grandes autores experimentaram formatos tão diferentes como jornais, revistas e quadrinhos. Por que com as tabuletas eletrônicas as regras mudariam? Mais um episódio da Midseason que, arrisco a dizer, foi o melhor até agora.

Comentado no episódio:

FalaFreela #65 – entrevista ilustradora Andrea Ebert

Sempre em busca de novos formatos e informações úteis para seus ouvintes, a meia hora mais valiosa do seu dia traz esta semana a ilustradora Andrea Ebert para uma entrevista diferente.

Além das perguntas de praxe sobre mercado e gestão de carreira, vamos analisar um trabalho em específico, técnica por técnica. Participam da aventura Mauro Amaral, Carolina Vigna-Maru e, claro, a própria Andrea Ebert.

De quebra você ainda vai ficar por dentro das tendências do mercado de ilustração, sobre o mito de que só trabalha quem mora no eixo Rio-São Paulo (Andrea mora em Natal – RN!) e de como iniciar sua carreira!

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Links

Fala Freela #64 – EIRELI

Edição extraordinária para contar para vocês todos os detalhes da Lei nº. 12.441 de 11 de Julho de 2011, que instituiu a EIRELI – Empresa Individual de Responsabilidade Limitada. O que você tem a ver com isso? Ora bolas, tudo! Esta lei promete garantir proteção patrimonial aos novos empresários, sendo um adianto e tanto nos trâmites necessários para tocar sua própria empresa.

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Para destrinchar todos os detalhes, Mauro Amaral, Carolina Vigna-Maru e Henrique Arake conversaram rapidamente sobre os principais detalhes, o que vai mudar para quem é ainda pessoa física, micro-empreendedor individual ou empresa LTDA. Papo sério, mas sem deixar cair o nível de bom-humor!

Oficina de Colagem com Maurício Planel no Rio de Janeiro

Acompanho o trabalho de Mauricio Planel já tem um certo tempo e sempre gosto muito do que vejo. Quando meu editor, Mauro Amaral, me perguntou se poderia escrever algo a respeito da oficina que Planel fará no Rio, a resposta foi automática.

Primeiro, algumas definições. Colagem, apesar de não ser algo tão antigo quanto têmpera, é uma técnica artística que pode ser traçada no mínimo até as iluminuras e suas folhas de ouro. Claro que se abrirmos a definição para o processo, e não apenas o resultado final, certamente vamos encontrar alguém que diga que a mão decalcada na caverna já era um processo de colagem, mas tenho cá minhas dúvidas sobre isso.

O nome da técnica é bem auto-explicativa. Colagem consiste em unir/colar elementos visuais (texturas, imagens, cores, formas, etc) em uma nova composição, resultando em um novo significado. Em tempos de repensar autoria e criações colaborativas, nada mais contemporâneo.

Os exemplos são muitos, mas só para citar alguns dos artistas que usaram colagem, lembro de Matisse, Picasso, Georges Braque, Duchamp e Man Ray.

Os trabalhos de colagem de Matisse, por exemplo, são tão ou mais conhecidos que suas pinturas e esculturas. E, no caso dele, é um trabalho amadurecido.

“Minha educação consistiu em perceber os vários meios de expressão da cor e do desenho. Minha formação clássica naturalmente me levou a estudar os mestres, a assimilá-los o máximo possível considerando o volume, o arabesco, os contrastes, a harmonia, e a apresentar minhas reflexões em meu trabalho a partir da natureza, até o dia em que me dei conta de que devia esquecer a técnica dos mestres, ou melhor, compreendê-la de uma maneira particular. Não é essa a regra de todo artista de formação clássica?” (MATISSE in FOURCADE, 2007: 177)

A colagem, antes de ser técnica, é pensamento. É necessário um crivo similar ao de um curador para que a seleção dos elementos esteja condizente com o discurso, com aquilo que o artista quer dizer. O discurso do artista é o que o define.

“É preciso que haja uma necessidade, tanto em filosofia quanto nas outras áreas, do contrário não há nada. Um criador não é um ser que trabalha pelo prazer. Um criador só faz aquilo de que tem absoluta necessidade. Essa necessidade — que é uma coisa bastante complexa, caso ela exista — faz com que um filósofo (aqui pelo menos eu sei do que ele se ocupa) se proponha a inventar, a criar conceitos, e não a ocupar-se em refletir, mesmo sobre o cinema. Eu digo que faço filosofia, ou seja, que tento inventar conceitos.” (DELEUZE, 1999)

Oficina de Colagem com Maurício Planel no Rio de JaneiroE, claro, já que estamos nas definições, não posso esquecer de oficina. Oficinas são uma orientação didática prática. Ou seja, é “mão na massa”, você aprende fazendo.

A oficina de Planel será de apenas um dia, 23 de julho, das 13 às 19h, no Rio de Janeiro, para você sair de lá com aquele gostinho de quero mais na boca.

Aproveitei a simpatia de Planel para uma rápida entrevista.

Mauricio, você pode contar para os leitores do Carreira Solo como foi a sua aproximação com a colagem? Como essa técnica começou na sua vida?

Morava em Petrópolis perto do Rio de Janeiro, trabalhava em um jornal local na parte gráfica e aquele universo todo me chamava muito a atenção. Paralelamente fazia os meus freelas para gráficas e confecções. Estudando em um atelier, surgiu um livro sobre os movimentos artísticos e dentre eles a colagem, no mesmo instante foi uma identificação total. Depois disso fiquei mais atento e integrei essa técnica no meu trabalho de ilustração.

Quais são as suas referências? Que artistas você gosta, acompanha? O que gosta de ler, ouvir, etc?

Os artistas clássicos que você citou acima são fundamentais para toda a pessoa que trabalha com artes visuais. Hoje em dia temos facilidade de conhecer muita gente boa através da internet. Dos artistas que trabalham com colagem hoje me dia aqui no Brasil acompanho sempre o trabalho de Daniel Bueno, Miran, Tide Hellmeister e Eduardo Recife. Mestres nas artes visuais.

Trabalhando com ilustração, além de praticar todos os dias, você tem que estar sempre em dia no que acontece no mundo, ter uma cultura geral ampla. Livros, revistas, blogs são parte do cotidiano, com certeza a leitura aguça a criatividade.

Mauricio, como vai ser a sua oficina? Quantas pessoas no máximo, o que precisa levar, quanto custa? Passa pra gente alguns detalhes práticos, por favor.

Já realizei esta oficina anteriormente e o resultado foi positivo. Nesta versão serão apenas 5 alunos, para uma atenção redobrada. O projeto que vai ser criado é uma capa de LP, daquelas antigas onde tantos artistas gráficos criaram obras geniais. O aluno leva apenas a vontade de aprender, todo o material é fornecido.

Você pode deixar algumas dicas para quem quer fazer colagem mas infelizmente não poderá ir à sua oficina?

Para começar: adquirir revistas e livros antigos e cortar, pensar e colar, pesquisar bastante e iniciar sem medo. Não existe um resultado certo ou errado, existe o seu resultado. Praticar sempre, visitar sites de artistas da colagem e deixar a criatividade rolar!

Obrigada!

 

Referências bibliográficas
DELEUZE, Gilles. O ato de criação: palestra de 1987. Folha de São Paulo. Ilustrada. 27 JUN 1999.
FOURCADE, Dominique (org). 2007. Henri Matisse: Escritos e reflexões sobre arte. Trad. Denise Bottmann. São Paulo : Cosac & Naify. 400p.

publicado no Carreira Solo em 12 de julho de 2011

FalaFreela #63 – professores

Semana de bancada cheia aqui na meia hora mais valiosa do seu dia! Voltamos em mais um episódio sobre Profissões Freelancer conversando com um professor de idiomas que montou uma rede de colaboração, que virou um empreendimento, que ajuda aos alunos a encontrarem o professor mais próximo de sua casa e que, claro, é um sucesso.

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Mauro Amaral, Carolina Vigna-Maru, Alexandre Alvarez e Luca Merlini bateram um papo sobre a difícil vida de professor freelancer para chegar a dicas, direcionamentos e estratégias para romper a solidão do trabalho, arrumar mais e mais alunos-clientes e até mesmo enfrentar a concorrência de grandes redes de ensino! Alunos e mestres, este episódio é para vocês.

FalaFreela #62 – ebooks

Eles estão ao nosso redor nos tablets, smartphones e – o que muita gente esquece – nos próprios notebooks e computadores. Os eBooks estão na moda, geram buzz na mídia e, para quem pretente trabalhar com isso, deixam um ar várias dúvidas sobre seu processo produtivo e capacidade de gerar negócios, renda e notoriedade.

Por isso mesmo, começamos uma série de episódios para discutir esta indústria, suas limitações, potencialidades e estado atual. E para começar, nada melhor do que bater um papo sobre a…como chamar…experiência online PotterMore, o empreendimento ousado de J.K.Rowling para invadir o mercado de publicação digital com pitadas (ou poções de polisuco) de fanfiction.

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No papo teremos Mauro Amaral e Carolina Vigna-Maru falando sobre este e outros tópicos, como a importância de Paulo Coelho para a indústria do livro, ameaças ecológicas da tecnologia empregada nos tablets, Steve Jobs e o mundo bizarro de Superman.

FalaFreela #61 – Beleza

No episódio semanal da meia hora mais valiosa do seu dia entrevistamos Luciana Alvarez, uma das mais bem sucedidas empresárias do ramo de beleza de São Paulo, para descobrir como a fagulha empreendedora invadiu a sua vida.

Em um papo bem-humorado e informativo, Mauro Amaral, Carolina Vigna-Maru e Alexandre Alvarez foram a campo para entender como criar um negócio a partir de uma mala argentina cheia de cabelos, como inovar em modelos de negócios e, finalmente, o que é a reflexologia!

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Com este programa inciamos uma série nova, disposta a conversar com empreendedores de diversos ramos. Mande sua sugestão!

Tempo de duração: 25 minutos e 54 segundos para você ficar nos triques.

FalaFreela#60 – jargões do áudio-visual

A semana começa com a meia hora mais valiosa do seu dia, apresentando um tema muito próximo a todos aqueles que atendem seus clientes com profissionalismo e dedicação: os jargões profissionais.

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Para contar causos e falar sobre a importância do tom didático na hora de explicar que “gravamos a cabeça em off enquando providenciávamos um Eng HD completo” tem um significado inteligível para os meros mortais; Mauro Amaral, Carolina Vigna-Maru e Alexandre Alvarez lembraram de suas próprias experiências pessoais. Senta que lá vem história!

Tempo e duração: 24 minutos e 42 segundos de pura alegria.
Novas do Carreirasolo.org

FalaFreela #58 – 5 ferramentas fundamentais para o ilustrador

No episódio desta semana, a meia hora mais valiosa do seu dia traz um guia útil e rápido para ilustradores em início de carreira. Isso mesmo, você que resolveu encarar a profissão vai conhecer as cinco ferramentas fundamentais para um bom começo. Mauro Amaral e Carolina Vigna-Maru apresentam ainda o conceito central em qualquer profissão: a importância do pensar.

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Saiba porque um tablet, um caderno de rascunho e uma máquina fotográfica são pouco perto da habilidade em coletar e armazenar referências. E, sobretudo, que ao reunir seu talento com as ferramentas certas suas chances aumentam. Fiquem atentos e comentem. Estamos esperando!

Comentado no episódio

FalaFreela#57 – organizando melhor o tempo

Aêêê! Está de volta a meia hora mais valiosa do seu dia, o podcast do Carreirasolo.org. No episódio desta semana, Mauro Amaral e Carolina Vigna-Maru papearam sobre um assunto muito interessante no mundo dos ilustradores: a gestão do tempo criativo.

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Imaginem vocês que artistas que são, os ilustradores precisam também ser organizados em suas tarefas e entregas! Principalmente aqueles que tem dúzias de clientes, sempre com prazos apertados. Mas quais seriam as técnicas mais indicadas para ganhar tempo entre um rascunho e outro? Será que estas técnicas de aplicam também à prospecção e ao atendimento dos clientes já dentro de casa?

Lembrando sempre que este programa é mais um daqueles que tem a função de abrir a discussão e não cagar regr…ernnn…e não assumir verdades definitivas. Portanto, ouçam e tragam suas próprias dicas!

Tempo de duração: 21 minutos

Cinco dicas para criar uma página “Quem somos” em seus projetos

publicado no Carreira Solo em 26 de maio de 2011

“Os textos autobiográficos e auto-elogiosos que os reis (do antigo Egito) e os grandes senhores fizeram inscrever nas suas estátuas e as descrições de acontecimentos da sua vida, são, desde tempos muito recuados, infinitamente monótonos.” [HAUSER]

Se até os faraós que, além de regentes supremos eram também deuses, colocavam um texto ilustrado na entrada de suas pirâmides sobre quem eles eram, fica me parecendo bastante arrogante não ter uma página biográfica em sites. O tom, entretanto, é difícil de conseguir. Corremos um grande risco de sermos “infinitamente monótonos”.

Dependendo da área profissional do nosso cliente, por exemplo, adotamos um tom mais ou menos formal. Ao escrevermos algo para nosso site, entretanto, não sabemos quem nos lê e isso é sempre uma dificuldade.

O filósofo Jean-Jacques Rousseau certamente não tinha problemas de auto-estima:

Tomo uma resolução de que jamais houve exemplo e que não terá imitador. Quero mostrar aos meus semelhantes um homem em toda a verdade de sua natureza, e esse homem serei eu. Somente eu. (…) Se a natureza fez bem ou mal quando quebrou a fôrma em que me moldou, é o que poderão julgar somente depois que me tiverem lido“.

O poeta Mario Quintana é melhor humorado:

Nasci em Alegrete, em 30 de julho de 1906. Creio que foi a principal coisa que me aconteceu. E agora pedem-me que fale sobre mim mesmo. Bem! Eu sempre achei que toda confissão não transfigurada pela arte é indecente. Minha vida está nos meus poemas, meus poemas são eu mesmo, nunca escrevi uma vírgula que não fosse uma confissão.”

Reparem que ambos colocam sua obra como a representação máxima de suas biografias. Estão certos. Nosso trabalho precisa falar por nós, precisa falar alto. Nós somos nossas realizações.

Hand with Reflecting Sphere, litogravura de ESCHER, 1935

Seguem aqui 5 dicas rápidas que esperamos que ajudem você na hora de escrever a página “sobre” do seu site.

1 – Ilustríssimo cavalheiro ou qualé mané?

Um bom método – mas não o único – para determinar onde ficar entre o formal e o informal extremos é fazer um apanhado dos textos que você já publicou ou que pretende publicar. Não existe certo ou errado, mas é interessante que a sua página “sobre” siga o mesmo tom do restante do site.

2 – Lusíadas ou Haikai?

O tamanho do texto também é uma medida complicada e nem sempre essa dica de olhar para o restante do site funciona. Para mim funcionou assim:

  1. primeiro escrevi tudo – tudo! – que conseguia lembrar e que gostaria de compartilhar
  2. organizei em grupos (pode ser ordem cronológica, setores atendidos, tipos de serviços prestados, etc)
  3. cortei (apaguei) o máximo possível
  4. esperei uma semana, sem olhar para o texto
  5. voltei e apaguei mais metade
  6. revisei e pronto!

Naturalmente cada um vai encontrar o seu método, mas limpar bastante o texto é importante. O seu futuro cliente não está interessado em descobrir se seu filho nasceu de cesárea ou parto normal ou se você costumava passar as férias de infância no interior (a menos, óbvio, que o seu site trate exatamente deste assunto).

3 – Figurinhas?

O que é melhor: uma página “sobre” com imagens ou só texto? Não faço a mínima idéia. Isso vai depender muito do tipo de site que você tem. Existem mercados que valorizam muito a imagem do profissional e aí uma foto sua é de bom tom. Existem mercados em que o texto é mais importante. E você pode ainda criar algo completamente baseado em imagens ou até mesmo em uma história em quadrinhos. Depende muito de onde você atua ou quer atuar.

Agora, uma coisa eu sou capaz de dizer: não seja arrogante ao ponto de achar que o seu leitor tem obrigação de conhecer jargões da área. Não precisa escrever um glossário mas, se usar algum termo profissional de nicho, coloque um link para a sua explicação ou troque por um termo mais acessível. é melhor, por exemplo, escrever “sistema gerenciador de conteúdo” do que “cms”. Não vai te custar nada e pode significar aquele momento mágico em que você consegue fazer o leitor se interessar pelo que você faz.

4 – Metamorfose ambulante!

Nada, nada, nada, nada (eu já disse nada?) pior do que uma página biográfica desatualizada, com um contato que não funciona mais ou com uma informação velha. Redes sociais são maravilhosas mas nós temos o péssimo hábito de achar que, por mantermos as novidades em dia nas redes, todo mundo já sabe o que está acontecendo e isso simplesmente não é verdade. Sua biografia precisa ser representativa de quem é você. E você não quer passar uma imagem de algo que não funciona mais ou que fala a mesma coisa desde o século passado, não é? (Raul RULES)

5 – E depois?

Especialmente se você for freelancer, não tenha medo de colocar também os assuntos que te interessam, o que você está estudando, o que planeja para o futuro. É sempre bom saber que a pessoa que está sendo contratada vai crescer, vai evoluir. Isso é valor agregado e passa uma mensagem clara de que se você se deparar com algum problema que não sabe ainda como resolver, vai correr atrás. Lembre-se que contratar um serviço é contratar uma solução e não uma resposta padrão.

E, para finalizar, revise, revise, revise. Ler cachorro com x em um post já é de chorar mas em uma página institucional/biográfica é motivo mais que justo para fechar o navegador.

 

Referências bibliográficas

HAUSER, Arnold, 1982. História social da literatura e da arte. Tomo I. 4. Ed. São Paulo: Mestre Jou. p.60

QUINTANA, Mario. Mario por ele mesmo. IstoÉ 14 nov. 1984.

ROUSSEAU, Jean-Jacques. Rousseau. As confissões.Tradução de Wilson Louzada. Rio de Janeiro : Tecnoprint, 1965.

FalaFreela#55 – publisher, editor, ebooks

Esta semana vamos bater um papo sobre mercado editorial. No terceiro capítulo de nossa midseason, Mauro Amaral e Carolina Vigna-Maru explicam quem são duas figuras importante no mundo das publicações: o publisher e o editor.

E mais: será que o mercado de eBooks é tão novo assim? Que profissionais e empreendedores terão mais chance de sucesso nesta nova onda? Amanda Hocking é um fenômeno ou apenas conteúdo adequado ao seu público?

Após a discussão, apenas uma certeza: o conteúdo é rei!

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Comentado no episódio