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Números em alemão são sensacionais. Eles vão pegando uma palavra e juntando com outra, na maior tranquilidade.

0 = null
1 = eins
2 = zwei
3 = drei
4 = vier
5 = fünf
6 = sechs
7 = sieben
8 = acht
9 = neun
10 = zehn

Então, um ser humano normal assumiria que siebenhundertneunundreißig é 793, certo? Errado! Você começa com o 7 (sieben), multiplica por 100 (hundert), aí pega o 30 (dreißig) e soma com o 9 (neun) que está lá no meio, chegando a 39 e aí junta com o que você começou, chegando então a 739!

Não é lindo?

Caso você esteja aí se perguntando, ß se pronuncia ss. E ä tem som de é.

Aí, para facilitar, de vez em quando eles falam 2 como zwo, para não confundir com o drei. Porque, claro, é este o problema.

Dá pra entender perfeitamente porque a psicologia começou em alemão. Tudo doido.

Alemão tem 3 artigos. Masculino, feminino e neutro.

O idioma diz muito a respeito de seu povo.

Além disso, o plural é sempre o artigo feminino.

Ou seja, um grupo de médicos é as médicos, que, por sinal, é o  nome de uma banda que eu gosto muito, Die Ärzte.

Divertidíssimo.

Bibliografia resumida para o curso A arte no Brasil entre os séculos XIX e XX: do fim da arte acadêmica até os modernistas, MASP 2010.

Almeida Júnior – um criador de imaginários. Catálogo de Exposição. Curadoria de Maria Cecília França Lourenço. Pinacoteca do Estado, 25 de janeiro a 15 de abril de 2007.

ALMEIDA, Paulo Mendes de. De Anita ao Museu. São Paulo, Perspectiva, 1976.

AMARAL, Aracy. Arte para quê?: a preocupação social na arte brasileira, 1930-1970 subsídios para uma história social da arte no Brasil. 3a ed., São Paulo: Studio Nobel, 2003.

AMARAL, Aracy. Artes plásticas na semana de 22. 5ª edição revista e ampliada, São Paulo: Ed. 34, 1998.

AMARAL, Aracy. Tarsila Sua Obra e seu Tempo, 3ª. Ed., São Paulo: Editora 34 / Edusp, 2004 (1975) .

BARATA, Mario. Eliseu Visconti e seu tempo. Rio de Janeiro, Zelio Valverde, 1944.

BATISTA, Marta Rossetti et Alli. Brasil: primeiro tempo modernista. São Paulo: Instituto de Estudos Brasileiros, 1972.

BATISTA, Marta Rossetti: Anita Malfatti no Tempo e no Espaço –biografia e estudo da obra, catálogo e documentação. São Paulo: Editora 34 / Edusp, 2006, 2 v.

Bienal Brasil Século XX. Nelson Aguilar (organizador). 2a edição, São Paulo, Fundação Bienal de São Paulo, 1994.

BRUAND, Yves. Arquitetura contemporânea no Brasil. São Paulo, Perspectiva, 1981

CAMARGOS, Marcia. Villa Kyrial: crônica da Belle Époque paulistana. São Paulo:SENAC, 2001.

CAVALCANTI, Lauro, Quando o Brasil era Moderno: Guia de Arquitetura 1928-1960, Rio de Janeiro, Aeroplano, 2001.

CHIARELLI, D.T. “De Almeida Jr. a Almeida Jr.: a crítica de arte de Mário de Andrade” 2 vols., Tese de Doutorado, ECA/USP, 1996.

COLI, Jorge. “Almeida Jr: o caipira e a violência”. In Como estudar a arte brasileira do século XIX. São Paulo: Editora Senac, 2005.

FABRIS, Annateresa. O futurismo paulista: hipóteses para o estudo da chegada da vanguarda ao Brasil. São Paulo: Perspectiva/ Edusp, 1994.

FABRIS, Annateresa. Portinari, Pintor social. SP: Edusp/ Perspectiva, 1990.

GOTLIB, Nadia Battella: Tarsila do Amaral: a modernista. 2a ed., São Paulo: Senac, 2000.

HERKENHOFF, Paulo; e Pedrosa, Adriano (Curadores): Catálogos da XXIV Bienal de São Paulo. Núcleo Histórico: Antropofagia e Histórias de Canibalismo. São Paulo, 1998.

MAGALHAES, A. G. Picasso e o Parque do Ibirapuera: o Brasil moderno? Revista Número, São Paulo, p. 6 – 7, 01 set. 2004.

MATTOS, Claudia Valadão de: Lasar Segall. São Paulo, 1997.

MICELI, Sergio. Imagens negociadas, retratos da elite brasileira (1920-40). São paulo: Cia das Letras, 1996.

PEDROSA, Mário. Acadêmicos e modernos: textos escolhidos III. Organização Otília Beatriz Fiori Arantes. São Paulo: Edusp, 1998. 429 p., il. p&b.

SCHWARTZ, Jorge (org) Da Antropofagia à Brasília: 1920-1950. Ed revista e ampliada, São Paulo: FAAP e Cosac & Naify, 2002.

SCHWARTZMAN, BOMENY, & COSTA. Tempos de Capanema. São Paulo: Paz e Terra; Fundação Getúlio Vargas, 2000.

SEGAWA. Arquiteturas no Brasil 1900-1990. São Paulo: Edusp, 1998.

SEVCENKO, Nicolau. Orfeu Extático na Metrópole: São Paulo sociedade e cultura nos frementes anos 20. São Paulo: Cia das Letras, 1992.

ZANINI, Walter (org.). História geral da arte no Brasil – II. São Paulo: Fundação Djalma Guimarães : Instituto Walther Moreira Salles, 1983.

ZANINI, Walter. Vicente do Rego Monteiro. Artista e poeta. São Paulo, Empresa das Artes/Marigo Editora, 1997.

ZILIO, Carlos. A querela do Brasil, a questão da identidade na arte brasileira: a obras de Tarsila, Di Cavalcanti e Portinari/1922-1945. Rio de Janeiro, Funarte, 1982.

Toda animada recebo o email do MASP com o programa do curso que se inicia na quinta próxima, A arte no Brasil entre os séculos XIX e XX: do fim da arte acadêmica até os modernistas, com a Profa. Dra. Leticia Squeff.

Reproduzo aqui para vocês ficarem aí se mordendo de inveja.

Objetivos e metodologia

O objetivo do curso é discutir as peculiaridades do processo de modernização da pintura brasileira entre os anos de 1890 e 1930. Trata-se de focar um momento-chave da cultura brasileira – que transcorre, em sua maior parte, durante a chamada “República Velha” – e que, paradoxalmente, nem sempre tem sido estudado com o devido vagar pelos historiadores da arte.

Por muito tempo artistas como Eliseu Visconti ou Rodolfo Amoedo foram vistos como pintores acadêmicos ou como representantes de correntes tardiamente alinhadas ao impressionismo. Nessa história pontuada por etapas divididas entre acadêmico e moderno, tradição e vanguardas, a Semana de 1922 ganhou significado de marco divisor fundamental, que organizava a interpretação de artistas e obras. Contudo, estudos mais recentes vêm mostrando o quanto os valores artísticos foram fluidos no caso brasileiro.

Tendo essa questão como pano de fundo, esse curso será centrado na análise de obras e na discussão de estudos de caso.

Programa

11/03 – Aula 1 – A geração de 1880: modernidades possíveis

Leitura: MARQUES, Luiz (org). “Introdução” in 30 Mestres da pintura brasileira. Catálogo da Exposição no MASP. São Paulo, 2001.

18/03- Aula 2 – “Acadêmicos” e “precursores”

Leitura: SOUZA, Gilda de Mello e. “Pintura Brasileira: os precursores”. In Exercícios de Leitura. Campinas: Duas Cidades, 1980.

25/03 – Aula 3 – A “Exposição de Arte Moderna Anita Malfatti”

Leitura: CHIARELLI, “Tropical de Anita Malfatti: reorientando uma velha questão” In Novos Estudos, 80, março de 2008.

01/04 – Aula 4 – A semana de 22: alcance e impasses

Leitura: CAMARGOS, Márcia. “O festival modernista”. In Semana de 22: entre vaias e aplausos. São Paulo: Boitempo, 2003.

08/04 – Aula 5 – Arte moderna e a arte brasileira

Leitura: ZILIO, “A questão política no modernismo”. In Mestres do modernismo. Catálogo de Exposição. Pinacoteca do Estado: Imprensa Oficial, 2005.

15/04 – Aula 6 – Antropofagia e Surrealismo 

Leitura: “O manifesto Antropofágico” In Mestres do modernismo. Catálogo de Exposição. Pinacoteca do Estado: Imprensa Oficial, 2005.

22/04 – Aula 7 – Pintura e arquitetura nos anos 30 e 40

Leitura: FABRIS, A. . A Semana de Arte Moderna e seus desdobramentos. In: Gonçalves, Lisbeth Rebollo. (Org.). Arte brasileira no século XX. São Paulo, SP: ABCA-MAC/USP-Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2007, v. , p. 67-87.

29/08 – Aula 8 – O Modernismo em questão: estudos de caso

Leitura: FABRIS, “Modernidade e vanguarda: o caso brasileiro”. In FABRIS, Annateresa (org.) Modernidade e modernismo no Brasil. Campinas, Mercado de Letras, 1994. (Col Arte: ensaios e Documentos)

Dia 08 de março de 2010 – dia internacional da mulher
100 anos de luta constante, por um mundo mais justo para todos.

Publicado por Márcia Neves no
Fanzine eletrônico Marketing Social no Brasil,
ano 8, nº 44.

A violência simbólica envolve o processo de socialização do indivíduo e está baseada na fabricação de crenças, onde este passa a avaliar o mundo de acordo com os critérios, valores e padrões definidos por uma pessoa, grupo de pessoas, ou classe dominante. Como exemplos clássicos de violência simbólica podemos citar as interpretações sexistas religiosas com relação à mulher, pois “Eva ao entregar a maçã a Adão” passa a ‘culpa’ do pecado original à mulher. Outro forte exemplo está no Evangelho de Maria Madalena (Os pergaminhos de Nag Hammadi), texto gnóstico, encontrado em Oxirrinco, Egito, cujos textos foram publicados entre os anos de 1938 e 1983, que nos revela a face preconceituosa de Pedro, que rejeita os ensinamentos passados a Maria Madalena, por Jesus, por esta ser mulher, que, por sua vez, no ano de 591, foi associada pelo Papa Gregório com a figura da prostituta. E somente no ano de 1969 o Vaticano corrigiu essa afirmação, ou seja, 1.378 anos depois. Uma prova cabal da Igreja oficial contra a liderança da mulher, visto ser, entre os discípulos de Jesus, Maria Madalena a mais próxima. Como reflexo temos exemplos, como o do juiz Edilson Rumbelsperger Rodrigues, de Sete Lagoas, MG, que foi contra a Lei Maria da Penha, um marco na defesa da mulher contra a violência doméstica, que rejeitou pedidos de medidas contra homens que agrediram e ameaçaram suas companheiras, com a seguinte justificativa:

“Ora, a desgraça humana começou no Éden: por causa da mulher, todos nós sabemos, mas também em virtude da ingenuidade, da tolice e da fragilidade emocional do homem (…) O mundo é masculino! A ideia que temos de Deus é masculina! Jesus foi homem!”

Segundo o juiz, o controle sobre a violência contra a mulher “tornará o homem um tolo”.

NEVES, Márcia. A violência contra a mulher no mercado de trabalho. E-papers: Rio de Janeiro, 2009, p.26,27.

Saiu hoje no Estadão uma matéria sobre o último livro da minha mãe, Nada a Dizer, de onde destaco:

“A escritora exemplifica com a obra do pintor americano Edward Hooper (1882-1967) e seu universo de pessoas solitárias diante de portas e janelas, com o olhar desesperançado em um horizonte vazio. ‘Hooper parte de um recorte neutro ou até positivo da realidade e o transforma em algo perverso. Sua atitude é desestabilizadora.’ (…) A trajetória de Paulo e a mulher representa ainda um balanço dos ideais de uma geração que foi jovem durante os anos 1960, época libertária que contrasta com as instáveis relações atuais. ‘A geração de hoje, ligada à internet, apresenta uma brutal mudança de paradigmas, pois comprova ter memória’, comenta Elvira. ‘O fato de utilizarem a rede mundial constrói uma visão com resíduos históricos que vão se chocar (e destruir) essa fragmentação.’”

Veja também o vídeo sobre o livro:

Nas livrarias!

Para quem estiver pensando em aprender um novo idioma, fica a dica: mude as preferências dos sites que você já sabe usar de olhos fechados para o novo idioma. Estes grandes certamente tem os mais populares. Agora, se você quer aprender grego antigo ou aramaico arcaico é possível que a internet não te ajude muito.

facebook orkut twitter tube

Pode parecer bobagem, mas faz mó diferença.

Existem momentos em que eu realmente não sei como era possível aprender qualquer coisa antes da banda larga.

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Ah, o termo em alemão para aquelas letrinhas que acompanham a música — tanto para karaokê quanto para crianças em fase de alfabetização — é “mit Text zum Mitsingen”.

mit Text = com texto, eu acho

zum Mitsingen = para cantar junto, eu acho

Só assim, pro caso de você também acordar um dia com vontade de aprender alemão pelo youtube.