Domingo, 7 de Fevereiro de 2010

Wordle tag cloud

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Uma graça essa ferramenta de criar tag clouds a partir de textos ou de urls.

Essa aí é do Aguarrás.

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Sábado, 6 de Fevereiro de 2010

Klingon Bird of Prey

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O último tititi na internet é a descoberta do Hubble de um… de um… Tire suas próprias conclusões:

A imagem é do site da NASA diretamente, não é um hoax.

Se você não é nerd o suficiente para entender o título, explico. Bird of Prey é o nome das naves de ataque da civilização Klingon, em Star Trek, que tem um formato muito similar ao objeto encontrado pela NASA. Os klingons se tornaram um ícone importante de toda uma comunidade e tem até mesmo uns malucos que falam o idioma klingon criado para o seriado (teve filme também, mas a série de tv é mais conhecida).

update: depois de publicar este post, percebi que fiz exatamente a mesma piada que o CrisDias.

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Quinta, 4 de Fevereiro de 2010

Bem-vindo!

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Mais um gaúcho na família!

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Quarta, 3 de Fevereiro de 2010

data no Wordpress

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Às vezes me perguntam como eu fiz para aparecer a data aqui em português.

Na configuração do Wordpress, se você coloca qualquer coisa como “de” para escrever “12 de março”, ele se enrola todo, não sabe o que significa isso e dá bug.

A primeira forma de contornar isso é, no template, substituir a the_date por algo mais ou menos assim:

<?php the_time(‘l’) ?>, <?php the_time(‘j’) ?> de <?php the_time(‘F’) ?> de <?php the_time(‘Y’) ?>

l é dia da semana, j é o dia do mês, F é o mês e Y é o ano.

Eu sei que é um método tosco, mas funciona.

update
O über designer e programador Humberto Oliveira gentilmente deixou nos comentários uma maneira mais inteligente (e elegante) de fazer isso:

Carol, tem um outro jeito bem mais simples, que resolve tudo numa única chamada.

Basta colocar uma barra invertida antes de cada caracter que não faça parte dos códigos de formatos de data. Por exemplo:

‘l, j \d\e F \d\e Y’

A barra invertida é o caracter de escape do PHP, quando ela é usada o caracter que vem em seguida deixa de ser considerado como um parâmetro da função, sendo retornado na forma de texto.”

 

Se você só fizer isso, em l e em F vão aparecer os nomes em inglês (friday, march, etc).

Aí o truque já é um pouco mais ninja. Precisa editar um arquivo chamado locale.php, que fica no diretório wp-includes da sua instalação do Wordpress e fazer uma tradução. Se quiser, pode copiar e colar a minha.

Se alguém souber uma maneira melhor de fazer isso, comentários são bem-vindos.

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Quinta, 21 de Janeiro de 2010

Oi, Bruce…

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Quinta, 14 de Janeiro de 2010

Rare Book Room

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The “Rare Book Room” site has been constructed as an educational site intended to allow the visitor to examine and read some of the great books of the world.

Over the last decade, a company called “Octavo” digitally photographed some of the world ’s great books from some of the greatest libraries. These books were photographed at very high resolution (in some cases at over 200 megabytes per page).

This site contains all of the books (about 500) that have been digitized to date. These range over a wide variety of topics and rarity. The books are presented so that the viewer can examine all the pages in medium to medium-high resolution.



Williams, William (draughtsman)
Oxonia depicta, sive, Collegiorum et aularum

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Quarta, 13 de Janeiro de 2010

Daltonismo

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Minha família é engraçada. A esmagadora maioria dos homens é daltônica. Aqui, os que enxergam cores corretamente é que são os estranhos. Procure um oculista periodicamente, mas na verdade não há nada que se fazer a respeito de daltonismo. Encontrei online o teste de Ishihara, daquelas cartelas com os números coloridos. Vale lembrar que são as mulheres que passam adiante o daltonismo, no gene X. O número aqui do lado dentro da bolinha é o 12, pro caso de você ser mais um.

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Sexta, 8 de Janeiro de 2010

O branco e a paz

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A já amiga virtual Cristina Maria Ribeiro Benevides comentou no post da matéria de janeiro da Webdesign que viu no Boca do povo uma pergunta a respeito da cor branca como representativa da paz e uma possível interpretação racista, e me pediu para comentar.

A oposição entre branco e preto, na iconografia ocidental, vem daquele que recebe luz e não tem qualquer relação com racismo ou preconceito. Essa iconografia vem desde os gregos, que colocavam raios de sol (luz) na cabeça dos sábios, especialmente de Apolo. O cristianismo, muito tempo depois, usou a mesma iconografia para criar as suas auréolas. O Espírito Santo, por exemplo, é alado (uma pomba, voa!) porque é quem habita tanto o mundo celeste quanto o nosso e é branco por ser iluminado.

Agora, é importante ressaltar que esta é a iconografia ocidental. Eu sei muito pouco – infelizmente – sobre a oriental mas sei que é bem diferente. O branco, por exemplo, é considerado a cor do luto no Japão.

Aristóteles achava que as cores eram propriedades físicas dos objetos, como peso ou tamanho.  Foi só com Leonardo Da Vinci que o conceito de luz foi atribuído às cores, mas mesmo muito, muito, muito antes disso tudo, o branco era aquele que recebia a luz (representado assim, independente do entendimento filosófico das cores).

Um fato curioso, que pouca gente conhece, é que as estátuas gregas e romanas eram todas pintadas, de cores vivíssimas. Pintavam o olho, detalhes, tudo. As tintas não sobreviveram ao tempo e por isso nós temos a tendência (errada) a imaginar o período cheio de estátuas branco-mármore.

A única ocorrência ocidental da relação do claro-escuro com a pele humana vem de Roma, em que se considerava que aqueles muito brancos não trabalhavam porque não expunham a sua pele ao sol. Esta idéia foi totalmente deturpada depois, nas cortes francesas do século XVIII (Luís XIV de Bourbon e sua entourage especialmente), com aqueles que eram e/ou queriam parecer ricos (e portanto não precisavam trabalhar) jogando pó de mármore (tóxico, não foi uma boa idéia) na cara. Mas por outro lado, tudo era muito estranho nessa época mesmo e já naquele tempo esses trejeitos da corte eram considerados ridículos pela população.

Com isso não estou dizendo que não existam preconceitos e/ou conceitos repetidos ad nauseaum nas artes, mas a questão do branco como símbolo da paz ou da iluminação não tem, de fato, qualquer relação com racismo.

A referência que temos ainda hoje em dia sobre teoria das cores é a de Goethe, mas no Scribd encontrei um pdf bem didático sobre o assunto que merece visita.

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Segunda, 4 de Janeiro de 2010

MASP

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2010 está começando bem. Finalmente o MASP fez uma nova versão do seu site que agora está muito mais elegante, com um design eficiente e com ótima navegação. As informações também estão muito bem organizadas e fáceis de encontrar. Adorei.

O MASP tem também um simpaticíssimo twitter.

Este ano vou fazer os cursos de arte moderna. Começo com Arte Moderna no Brasil: continuidades e rupturas, com a professora dra. Letícia Squeff. E, claro, vou colocar aqui as minhas anotações sempre que possível.

Bom demais.

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Domingo, 3 de Janeiro de 2010

O fim do social e o surgimento das massas

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“Bombardeadas de estímulos, de mensagens e de testes, as massas não são mais do que um jazigo opaco, cego, como os amontoados de gases estelares que só são conhecidos através da análise do seu espectro luminoso – espectro de radiações equivalente às estatísticas e às sondagens. Mais exatamente: não é mais possível se tratar de expressão ou de representação, mas somente de simulação de um social para sempre inexprimível e inexprimido. Esse é o sentido do seu silêncio. Mas esse silêncio é paradoxal – não é um silêncio que fala, é um silêncio que proíbe que se fale em seu nome. E, nesse sentido, longe de ser uma forma de alienação, é uma arma absoluta.”

Jean Baudrillard, À sombra das maiorias silenciosas

O link com as redes sociais, obviamente, é meu.

Silêncio que proíbe que se fale em seu nome” me parece a origem (a humana, não a tecnológica) de toda a internet.

Pode ser só a minha mente poluída também.

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Domingo, 3 de Janeiro de 2010

A Sociedade do Espetáculo

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“O tempo cíclico é já dominante na experiência dos povos nômades, porque são as mesmas condições que se reencontram perante eles a cada momento da sua passagem: Hegel nota que ‘a errância dos nômades é somente formal, porque está limitada a espaços uniformes’. A sociedade, que ao fixar-se localmente dá ao espaço um conteúdo pela ordenação dos lugares individualizados, encontra-se por isso mesmo encerrada no interior desta localização. O regresso temporal a lugares semelhantes é, agora, o puro regresso do tempo num mesmo lugar, a repetição de uma série de gestos. A passagem do nomadismo pastoril à agricultura sedentária é o fim da liberdade ociosa e sem conteúdo, o princípio do labor. O modo de produção agrário em geral, dominado pelo ritmo das estações, é a base do tempo cíclico plenamente constituído. A eternidade é-lhe interior: é aqui embaixo o regresso do mesmo. O mito é a construção unitária do pensamento, que garante toda a ordem cósmica em volta da ordem que esta sociedade já realizou, de fato, dentro das suas fronteiras.”

“A cultura é a esfera geral do conhecimento e das representações do vivido na sociedade histórica, dividida em classes; o que se resume em dizer que ela é esse poder de generalização existindo à parte, como divisão do trabalho intelectual e trabalho intelectual da divisão. A cultura desligou-se da unidade da sociedade do mito, ‘quando o poder de unificação desaparece da vida do homem, e os contrários perdem a sua relação e a sua interação vivas e adquirem autonomia…’ (Diferença entre os sistemas de Fichte e de Schelling). Ao ganhar a sua independência, a cultura começa um movimento imperialista de enriquecimento, que é, ao mesmo tempo, o declínio da sua independência. A história, que cria a autonomia relativa da cultura e as ilusões ideológicas quanto a esta autonomia, exprime-se também como história da cultura. E toda a história conquistadora da cultura pode ser compreendida como a história da revelação da sua insuficiência, como uma marcha para a sua auto-supressão. A cultura é o lugar da procura da unidade perdida. Nesta procura da unidade, a cultura como esfera separada é, ela própria, obrigada a negar-se.

A luta da tradição e da inovação, que é o princípio do desenvolvimento interno da cultura das sociedades históricas, não pode ser prosseguida senão através da vitória permanente da inovação. A inovação na cultura não é, porém, trazida por nada mais senão pelo movimento histórico total que, ao tomar consciência da sua totalidade, tende à superação dos seus próprios pressupostos culturais e caminha para a supressão de toda a separação.”

Guy Debord, A Sociedade do Espetáculo.

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Domingo, 3 de Janeiro de 2010

Anamorfia

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Meu amigo Rafael Frota, colaborador do Aguarrás, gravurista, artista plástico e designer, acaba de lançar o seu novo portfolio de artes gráficas, Anamorfia.

Anamorfia

Passa lá.

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