Papo de artista – processo criativo

Como funciona o processo criativo?

Rod Reis, Eduardo Schaal e Carol Vigna-Marú, três ilustradores e acima de tudo criadores, discutem tópicos importantes e dão uma aula sobre criação, processo criativo, originalidade, bloqueio criativo e dão várias dicas para quem quer se tornar um profissional criativo.



Obs: Os primeiros 14 minutos são de dicas super legais mas é bom avisar que o papo comigo e com o Schaal só começa mesmo depois disso. Vc pode fazer o download também.


Papo de Gordo 16 – Gordos no Trabalho

Papo de Gordo 16 – Gordos no Trabalho

Em um mês repleto de feriados, Eduardo Sales Filho, Maira Moraes, Lucio Luiz, Flavio Soares, Conrad Pichler, e a convidada especial Carol Vigna-Maru se juntaram para falar sobre trabalho.

No programa dessa semana descubra quais profissões engordam, aprenda a lidar com os colegas chatos do escritório, descubra quem tem o hábito de esconder comida em sua mesa e acompanhe o esforço infrutífero de Dudu em apresentar o episódio enquanto um revoltado Flavio reclama por não ter participado do Papo de Gordo anterior.

Prepare-se para rir, pois o podcast mais pesado da internet está começando.

Links relacionados ao episódio

Dudu no Podcumê
Fala Freela
Revista Boom
Farrazine
Post da Bruna sobre podcasts
Sammo Hung vs Wu Jing
Rick Miranda – nosso ouvinte e repórter gordo

Preciso avisar a vocês que eu mais ri do que falei. A turma é hilária e as gargalhadas ao fundo são minhas.

Obrigada, turma, foi muito divertido participar!

Fala Freela! #25

Falar com clareza, transmitir todos os objetivos e propostas de seu trabalho, estar disponível 100% do tempo para futuros e atuais clientes. Mais do que desafios, em tempos de competição ferrenha, habilidades como essas são fundamentais.

Mauro Amaral, Humberto Oliveira & Carolina Vigna-Maru abriram seus canais de voz para, mais uma vez, criar a meia hora mais valiosa do seu dia. Neste episódio conheça três modelos básicos de centrais de comunicação com seus prós e contras, entenda que estar 100% online e 100% disponível são coisas diferentes e, claro, fique de ouvidos bem abertos para as dicas de ferramentas que vamos dar a você.

Este episódio marca o início de uma nova periodicidade nos pods. Agora, a cada 15 dias um novo episódio novinho estará disponível.

Olhar Alternativo

entrevista para Olhar Alternativo, abril de 2009

1) Na sua opinião, quais as vantagens de ilustrações internas nos livros?

Carolina: O texto infantil, durante o processo de formação (e informação) da criança, é introduzido ao seu cotidiano de forma gradativa. A primeira representação humana é pictórica, gráfica, ilustrada. A ilustração na literatura infanto-juvenil é responsável por auxiliar nesta passagem entre a representação da figura e a do signo/letra. Depois, quando o leitor já é fluente, a ilustração assume a função de suporte ao texto, tanto literal quanto imagética.

2) Na versão adulta de Dom Quixote de La Mancha muitas editoras imprimem o livro com ilustrações. Imagens são somente para livros infantis? Qual a diferença em ilustrar livros adultos e infantis?

C: A ilustração infantil tem várias funções que a adulta não necessariamente tem, como suporte ao texto, estímulo da leitura, familiarização da forma escrita e gráfica, apresentação de releituras e outras interpretações do texto, etc. A ilustração adulta que não tem função didática ou de humor, na maioria dos casos, assume um papel no ritmo do livro. É quase que como uma pausa para respirar, um adorno funcional sendo mais caricata (e simplista). A ilustração de humor adulta se sustenta sozinha e a didática/técnica tem uma função específica e clara dentro do texto. O ilustrador, na hora em que recebe o trabalho, começa imediatamente a pensar no leitor. O ilustrador funciona como um facilitador entre o texto e o leitor. A ilustração tem um papel muito importante na estrutura da publicação, que varia de acordo com o caso.

3) Quando um escritor decide por um ilustrador existe a participação desse último na escolha das imagens ou é somente um trabalho por encomenda (sem opiniões do ilustrador)?

C: Normalmente quem escolhe as imagens é apenas o ilustrador. O escritor/editor normalmente contrata o ilustrador de acordo com o traço, conhecimento prévio ou projeto aprovado. Daí em diante as imagens podem ser aprovadas ou não, mas são sempre uma escolha do ilustrador. Não consigo imaginar um caso onde o ilustrador não opine sobre imagens que ele próprio criou.

4) De que maneira as novas tecnologias tem auxiliado o ilustrador nos dias atuais?

C: A tecnologia é só um lápis sofisticado. Sem uma mão competente que o guie, nada de bom sairá dali. Não importa quão nova ou revolucionária é a tecnologia, trabalhos de criação sempre dependerão de seus criadores. O ilustrador usa a tecnologia como um recurso a mais, da mesma forma que o escritor usa o Word. O processador de textos não escreve sozinho, por exemplo. Ou, saindo um pouco da informática, o liquidificador não escolhe os ingredientes do suco.

Fala Freela #24

As profissões mudaram, o que se aprende também. A forma como isso se dá então, nem se fala. Até mesmo a figura do professor, antes um ser inabalável (e porque não dizer inalcançável), passou por severas alterações sem que muitos de seus mais ilustres representantes tenham se dado conta.

Atrelado ao seu home-office, enfrentando clientes que precisam ser educados no mantra da qualidade e do preço justo, o freelancer enfrenta os mesmos desafios das pessoas e profissionais tradicionais, só que numa escala amplificada algumas centenas de vezes.

Como aluno ele tem que enfrentar formas alternativas de adquirir informação e conhecimento continuamente, preparando-se para ser multitarefa e fazer chover quando se pede. Ou, maturidade das maturidades, avisar que desta vez não cairá uma gota do céu, mesmo que ele tente.

Como professor, precisa criar um ciclo de “apaixonamento” com seu cliente, exibindo dotes quase mágicos de convencimento e persuasão. Explicando que o sobrinho do 402 cobra só R$ 200 por uma loja de e-commerce pois vai simplesmente copiar o código, layout e textos de um tutorial que comprou na banca de jornal ali da esquina.

Impossível? Que nada. Divertido, sim. Ainda mais de para burilar esse assunto temos a presença ilustre de Luli Radfahrer, PhD e professor de Comunicação Digital da Escola de Comunicações e Artes da USP; que sapiente, eloqüente e saliente nos levou para um passeio pela recente história do modus operandi da sociedade capitalista atual, sem deixar, é claro, de dar uma passadinha bem rápida por pensadores gregos e figuras do cinema de aventura.

Alguns links:

Fala Freela #24

Conhecimentos gerais: Academic Earth, MIT, Teachertube, TED, Scienceblogs, Sciencehack, Scribd, Open library

Idiomas: Livemocha

Artes: Artcyclopedia, Absoluteart

Outros podcasts: Ninja mountain, Papo de artista, Searchcast, Escriba Café

Fala Freela #23 – A primeira vez

Fala Freela #23 – a primeira vez!

Mauro Amaral, Humberto Oliveira e Carolina Vigna-Maru abriram os baús e álbuns de fotografias para contar como conseguiram e o que fizeram em seus primeiros freelas.

São mais de cof, cof, 50 anos de experiência cof, cof num papo informal e cheio de curiosidades.

Fala Freela #22 – superexposição

Fala Freela #22 – superexposição

A partir do e-mail enviado por nosso ouvinte e criador master de vinhetas musicais, o Maurício Domene, nos pusemos a pensar no impacto que a superexposição virtual teria na vida do freelancer. Nós, que perambulamos online 24 horas por dia em sites, fóruns, twitters e redes sociais, estamos imunes ao poder construtivo/destrutivo da exposição exagerada? Como será que ela surge? E quando ela é involuntária, conseguimos evitar seus efeitos?

FalaFreela #21! – Xi, deu merda!

Fala Freela #21, com as merdas que acontecem no nosso dia a dia.

Fala Freela! #20

Fala Freela #20 – Atendimento

FalaFreela #19

FalaFreela #19 – Os segredos de coordenar trabalhos em grupo.

Internet é a mídia com maior espaço para campanha eleitoral

Internet é a mídia com maior espaço para campanha eleitoral

podcast da Folha de São Paulo, com chamada na home do jornal

“Usada pelo presidente Barack Obama para arrecadar dinheiro para sua campanha, divulgar suas propostas e adquirir notoriedade, a internet também está sendo utilizada por partidos políticos brasileiros que já começam a colocar na web conteúdo ‘não-oficial’ para as eleições de 2010. Carolina Vigna-Marú, consultora e especialista em multimídia e internet, diz que a popularidade deste tipo de comunicação deve-se a três fatores. O primeiro aspecto desta mídia é interação. ‘O relacionamento é a palavra chave na web 2.0 [termo utilizado para descrever o movimento que enfatiza o conteúdo colaborativo gerado entre internautas em sites e redes sociais]‘.  Ela fala que o segundo fator é a possibilidade de se ter um canal de comunicação sem limitação de espaço e tempo, em que os políticos podem explorar mais do que 30 segundos no rádio ou na TV para apresentarem suas propostas. Segundo a consultora, o terceiro ponto que favorece a utilização da internet na campanha eleitoral é o marketing viral, divulgação feita pelos próprios internautas de algum conteúdo de que gostaram para outros usuários.”

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Leia a íntegra no site da Folha de São Paulo

Fala Freela #18

Fala Freela #18 – a crise


update: no dia 12 de fevereiro de 2009, o Fala Freela apareceu, em destaque, na home do Yahoo! Posts:

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