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Contos de fada

Fada vem de fatum (latim): destino, fatalidade.

Morfologia de um conto de fada

Núcleo problemático é existencial (realização pessoal)

Para que a realização ocorra, o herói/heroína deve passar por provas/ritos iniciáticos.

Estrutura de um conto de fada

1. Travessia: terra diferente, marcada por acontecimentos mágicos e criaturas estranhas.

2. Encontro: com uma presença diabólica (madastra, ogro, lobo, mago ameaçador, feiticeiro, etc)

3. Conquista: herói/heroína mergulha em uma luta de vida ou morte com a figura do encontro, que inevitavelmente leva à morte do mal – o bem sempre vence o mal

4. Celebração: reunião (casamento de gala, reunião de família, etc) em que a vitória sobre o mal é enaltecida e todos vivem felizes para sempre.

Os elementos constantes, permanentes, do conto maravilhoso são as funções dos personagens, independentemente da maneira pela qual eles as executam. Essas funções formam as partes constituintes básicas do conto.” [PROPP, Vladimir Iakovlevich. Morfologia do conto maravilhoso. Rio de Janeiro: Forense-Universitária, 1984.]

Todos os contos de magia são monotípicos quanto à construção.” [BETTELHEIM. Bruno. A Psicanálise dos Contos de Fadas. Tradução de Arlete Caetano. 163. Ed., Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980.]

Os contos de fada eram escritos para as moças da corte, com conteúdo moralizante. Exemplos: Precisosas, de Perrault; A Tempestade, Sonho de uma noite de verão e Romeu e Julieta, de Shakespeare.

Perrault, mais tarde, com Pele de Asno, se dirige ao público infantil, ainda com intuito moralizante, mas já começando a transição do gênero.

Irmãos Grimm, no século XIX apenas, é que finalmente transformam os contos de fada em estórias infantis. Eram folcloristas e lingüistas. Tinham o intuito de revelar o “espírito germânico” das estórias tradicionais pertencentes ao livro “Contos de Fada para adultos e crianças”.

Andersen: espírito do Romantismo; escreveu cerca de 200 contos infantis, de inspiração popular mas de sua autoria.

Os contos de fada não dizem para as crianças que os dragões existem: mas sim, eu eles podem vencê-los.” – G. K. Chesterron

Ilustração infantil XVI-XX

XVI – chapbooks

XVII – John Newberry (1713 – 1767), “A little pretty pocket book”

XVIII – Harlequinade books

XIX -bibliotecas juvenis e livros-brinquedo. “É no século XIX que se inventa a infância”, florescimento da literatura infantil

Pintores de contos de fada

Richard Dadd (1817-1896)

John Anster Fitzgerald (1819-1906)

Gustave Doré (1832-1883)

Walter Crane (1845-1915)

Richard Doyle (1824–1883)

Randolph Caldecott (1846-1886) – principal prêmio de ilustração = Caldecott medal

Sir John Tenniel (1820-1914)

Arthur Rackham (1867-1939)

Edmund Dulac (1882-1953)

Beatrix Potter (1866-1943)

  • Nome: conto de gato | Carolina Vigna-Maru

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    Data do comentário: 19-Jun-2009
    Horário do comentário: 14:31:18


    [...] A proposta foi criar ilustrações sem qualquer tipo de texto, apenas com imagens, que seguissem a estrutura narrativa do conto de fadas tradicional e que não fosse tampouco mais uma versão de Chapeuzinho Vermelho ou similar. É apenas um [...]

  • Nome: Fique por dentro Fada » Blog Archive » Contos de fada

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    IP: 67.205.36.71
    Data do comentário: 23-Jun-2009
    Horário do comentário: 02:00:01


    [...] ocorra, o herói/heroína deve passar por provas/ritos iniciáticos. … fique por dentro clique aqui. Fonte: [...]