A meu respeito (essa flor de pessoa):
“Que glaxinha! E como é o nominho dela?”
E ela:
“Vá a meda.”
Do meu irmão:
“Isso aqui é o A.”
E ele respondeu:
“Não é.”
Relato da minha mãe no livro Ser mãe é tudo de bom. São Paulo: Editora Matrix, 2008, 192 p. (71-75).
Em tempo: isso nos define bem, a mim e a meu irmão, até hoje.